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13
mar

Nove dicas engraçadas sobre como encurtar a vida

Índice

Vamos admitir, é difícil manter hábitos saudáveis. Claro, você pode prolongar sua vida se parar de fumar, não beber como um louco, e pegar leve comendo menos porcaria… mas a vida foi feita pra se viver, certo?

Então se você quer ficar ofegante cada vez que subir um pequeno lance de escadas, estar constantemente doente, leia as dicas abaixo! Com essas dicas você saberá exatamente como arruinar sua saúde e morrer cedo.

1.Fume como uma chaminé

Se você é fumante, ótimo! Já está indo em direção ao túmulo. Caso você não seja fumante, por que não começar agora? Lembre-se, você não estará somente aumentando suas chances de ter um câncer de pulmão, mas também doenças do coração, câncer de estômago e até mesmo problemas de visão. Fumar é um caminho rápido e fácil para acabar com a sua saúde.

2.Experimente drogas

Tabaco e nicotina não estão te matando tão rapidamente? Comece a “experimentar” drogas. Diga pra você mesmo que você não é um viciado, está apenas experimentando coisas novas. Dependendo do tipo de droga que você escolher, corre o risco de morte instantânea. Problema psiquiátrico, degeneração da sua saúde, e claro, o vício também vêm de brinde com seu novo “hábito” de usar drogas.

3.Beba álcool como se fosse água

Essa droga é facilmente encontrada, e LEGAL. Lembre-se de beber todos os dias e com irresponsabilidade, assim sua saúde vai pro espaço. Aproveite os efeitos, vômitos, perda de memória, ressaca e redução do tamanho do cérebro (que é a causa da dor de cabeça). E claro, tem também os danos a médio/longo prazo, problemas de fígado, problemas de visão e eventualmente uma morte prematura. E caso você seja homem, prepare-se também para ficar impotente.

4.Coma porcarias regularmente

Depois da bebedeira você provavelmente sentirá fome. Esse é o momento ideal para se empanturrar com fast food e outras porcarias, encha seu estômago de gordura: é ótimo para o entupimento de artérias e causar doenças do coração. Perfeito para aumentar seu peso.

5.Evite ao máximo frutas e vegetais

Lembre-se de tirar a alface e tomate dos sanduíches fast food, beba refrigerantes ao invés de sucos, tire todos os vegetais da gaveta da geladeira e estoque latas de cerveja. Você estará aumentando seu risco de câncer, obesidade e doenças do coração, junto com outras coisinhas mais.

6.Nunca, nunca caminhe se você pode dirigir

Ao caminhar você está exercitando-se, isso quer dizer que você diminui o risco de algumas doenças, então poderá atrapalhar em tudo que já foi feito em sua jornada em direção ao túmulo. Nunca dê um passo sequer se não houver necessidade. Gaste o tempo que for necessário dirigindo dentro do estacionamento, mas ache a vaga mais próxima do local onde deseja ir, de preferência pare na porta da loja. Use sempre a escada-rolante ou elevador, escadas convencionais, NUNCA! Invente quantas desculpas forem necessárias para adiar seus exercícios. Dessa maneira você terminará obeso, com maiores chances de contrair uma doença e muito provavelmente com depressão. Ótimo!

7.Recuse visitar o médico

Para garantir que todos os problemas de saúde que você vêm com muita luta desenvolvendo ao longe de sua curta vida continuem despercebidos e sem tratamento pelo maior tempo possível, nunca visite um médico. Quanto mais tempo você evitar receber tratamento, maiores são as chances de desenvolver algum tipo de doença que irá matá-lo.

8.Dormir é para idiotas

Outra forma de acabar com sua saúde é dormir o menos possível. Lembre-se de ir para a cama muito tarde (especialmente depois de beber todas, para garantir que terá uma péssima noite e acordará sentindo-se miseravelmente mal). Mantenha-se em um estado constante de cansaço, quanto mais você se sentir como um zumbi, completamente exausto, maiores são as chances de você precisar ingerir grandes quantidades de cafeína para manter-se acordado.

9.Torne sua vida estressante

Finalmente, após todos os outros passos, você deve se sentir estressado, miserável e sem amor algum por sua vida. Estresse ajuda a aumentar o risco de ter um infarto fulminante a qualquer momento, ulceras, depressão, ou simplesmente ter um ataque de nervos.

Antes que alguém queira me crucificar, o artigo é recheado de ironia e de forma alguma deve ser utilizado como guia. É apenas uma forma descontraída de tentar chamar atenção para hábitos e costumes que praticamos em nossas vidas, e que fatalmente contribuem para uma vida de pior qualidade.

Você se identifica em alguns dos pontos acima?

Esse artigo foi gentilmente cedido por nosso leitor Michael Pereira de Oliveira e enviado por email.

Fonte: http://ddsonline.com.br/dds-temas/temas-classicos/170-nove-dicas-engracadas-sobre-como-encurtar-a-vida.html

18
fev

O que é a Pirâmide de Frank Bird?

Em meados de 1969, Frank E. Bird Jr. era Diretor de Serviços de Engenharia para uma Companhia de Seguros dos Estados Unidos e tinha acesso a muitos dados estatísticos sobre acidentes e quase acidentes. Ele realizou um estudo estatístico com o objetivo de determinar qual era a relação entre tipos de incidentes. O universo amostral que utilizou era constituído de:

  • 1.753.498 acidentes reportados;
  • 297 empresas;
  • 21 grupos industriais diferentes;
  • 1,75 milhões de trabalhadores;
  • mais de 3 bilhões de horas durante o período analisado.

Como resultado do estudo, Frank Bird obteve a seguinte relação:

piramid de bird

piramid de bird.png 1

As relações 1-10-30-600 indicam que existe uma relação entre os incidentes que ocorrem em uma organização.

Qual é a utilidade da pirâmide de Frank Bird?

À partir deste momento podemos iniciar um planejamento para atuar nos incidentes ocorridos de tal forma que eles não ocorram mais. A ferramenta mais conhecida para isto é a “Investigação de acidentes e quase acidentes”. Podemos tanto começar a investigar os eventos do topo da pirâmide como pela sua base. Normalmente as organizações dão importância na atuação no topo da pirâmide, focando os acidentes com dados pessoais graves. Isto é facilmente explicado pela característica que temos de ser reativos, ou seja, atuamos quando temos um acidente com perdas consideráveis, principalmente humanas.

Outro caminho que podemos seguir é de atuarmos na base da pirâmide, ou seja, atuação nos “quase acidentes”. Este com certeza é o caminho mais inteligente e eficiente para reduzirmos a quantidades de perdas em uma organização. Ao contrário de uma ação reativa (quando atuamos no topo da pirâmide), a atuação na base da pirâmide é de caráter preventivo e nos traz grandes benefícios.

Lembrando que um quase acidente não gera perdas, portanto qual critério vamos utilizar para determinar qual quase acidente nós iremos investigar?

Temos dois critérios. Vamos investivar os quase acidentes?

  1. com potencial de risco alto ou;
  2. com potencial de gerar grandes perdas.

Por que devemos estudar os quase acidentes?

Temos 3 justificativas para priorizarmos a investigação dos quase acidentes:

  1. Os quase acidentes ocorrem 600 vezes mais que um acidentes grave, portanto temos mais oportunidades de aprendizado na base do que no topo;
  2. Os quase acidentes não trazem perda para a organização, pois são eventos que não geram perdas. Não precisamos perder algo para aprender com o evento. Não é a perda que nos traz o aprendizado, e sim a ocorrência do evento;
  3. A terceira justificativa e talves a principal é que as causas que atuam no topo da pirâmide são as mesmas causas que atuam na base da pirâmide. Portanto quando atuamos nas causas dos quase acidentes também atuamos nas causas dos acidentes graves.
  4. É necessário que a organização desenvolva uma conscientização nos trabalhadores no sentido de reportarem os quase acidentes ocorridos com o objetivo de obtermos um aprendizado organizacional. Ao mesmo tempo também é importante um trabalho com a liderança da organização para que este processo de reporte evolua.

Cássio Eduardo Garcia, MSc Engenheiro de Segurança do Trabalho

18
fev

Vigia de loja de conveniência em posto receberá adicional de periculosidade

Um vigia de loja de conveniência de um posto de combustíveis que também fazia rondas pela área externa do local teve reconhecido pela Justiça do Trabalho o direito de receber adicional de periculosidade. Ele conseguiu provar que as rondas para garantir a segurança do local incluíam a área do armazenamento de combustível e proximidades às bombas de gasolina, atividade classificada como perigosa.

Contratado para atuar em posto de combustíveis, em Porto Alegre (RS), o vigia alegou que ficava exposto ao perigo em área de risco. As empresas prestadoras de serviços afirmaram, em contestação, que o vigia atuava somente na loja de conveniência, sem contato com as bombas de abastecimento, como ocorria com os frentistas.

O juízo da 16ª Vara do Trabalho de Porto Alegre levou em conta laudo pericial que descreveu as atividades do vigia como trabalho em área considerada de risco e deferiu o pagamento do adicional no percentual de 30%, com reflexos. Este entendimento foi mantido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), que excluiu da condenação apenas os primeiros 45 dias do contrato, quando a prestação dos serviços se deu numa farmácia,.

As empresas novamente recorreram, desta vez ao TST, mas a Sexta Turma não examinou o mérito (não conheceu) dos pedidos por entender que não foi violado o artigo 193 da CLT, como alegavam, pois ficou evidenciado pelo Regional o contato permanente com inflamáveis. A relatora, desembargadora Cilene Ferreira Amaro Santos, afirmou que, para decidir de outra forma, seria necessário o reexame de fatos e provas, o que não se admite nesta instância extraordinária, nos termos da Súmula 126 do TST.

24
jan

Profissional “freelancer” tem relação de emprego reconhecida com editora.

A Terceira Turma do TRT do Paraná reconheceu a existência de vínculo de emprego entre uma funcionária que atuava como editora “freelancer” e a empresa Aymara Edições e Tecnologia Ltda., de Curitiba. Contratada em junho de 2011, ela trabalhou por quatro meses editando livros didáticos de História, criando ou compilando material fornecido pela empregadora.

A empresa alegou em sua defesa que os serviços eram realizados de forma pontual, sem que houvesse necessidade de cumprimento de jornada de trabalho e com liberdade para desempenhar atividades para outras empresas.

Porém, de acordo com os desembargadores da Terceira Turma, ao admitir que a empregada lhe prestou serviço, a Aymara atraiu o ônus de comprovar que não houve vínculo de emprego e que se tratava de trabalho autônomo, obrigação da qual não conseguiu se desincumbir.

O acórdão, redigido pela desembargadora Rosemarie Diedrichs Pimpão, ressalta ainda que uma das provas testemunhais apresentada deixou claro que o trabalho desenvolvido pela profissional fazia parte da atividade-fim da empresa, sendo realizado com subordinação, onerosidade, não eventualidade e pessoalidade, requisitos que demonstram que a relação de emprego de fato existiu.

Para os julgadores, “ainda que se evidencie que a autora não laborava diariamente nas dependências da empresa, tal fato não é suficiente para afastar o reconhecimento do vínculo, na medida em que não se distingue entre o trabalho realizado no estabelecimento do empregador o executado no domicílio do empregado e o realizado a distância, desde que estejam caracterizados os pressupostos da relação de emprego”. Da decisão ainda cabe recurso.

( 28533-2012-015-09-00-8 )

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 9ª Região Paraná, 21.01.2015

24
jan

As causas mais comuns para demissão por justa causa.

Respostas por Sônia Mascaro Nascimento.

A demissão por justa causa ocorre quando um comportamento do colaborador torna, por consequência, impossível ou muito difícil a continuidade do vínculo de trabalho. Isso devido ao rompimento, tanto de regras de conduta, quanto de laços de confiança e demais deveres por parte do colaborador.

No Brasil, a lei enumera os casos de justa causa exaustivamente, impossibilitando que normas coletivas ou regulamentos de empresa estipulem outras hipóteses que fundamentem a demissão por justa causa do colaborador. O art. 482, CLT prevê 12 faltas cometidas pelo colaborador que podem fundamentar o rompimento do contrato por parte da empresa, as mais comuns são:

1. Ato de improbidade caracterizado como toda ação ou omissão do colaborador que revelam desonestidade, abuso de confiança, fraude ou má-fé, objetivando uma vantagem para si ou para terceiro.

2. Ato de indisciplina ou de insubordinação às normas da empresa.

3. Desleixo do colaborador configurado pelo descumprimento de comportamentos diligentes: como, por exemplo, desrespeito a horários, pouca produtividade, atrasos frequentes, faltas injustificadas, produção imperfeita e outros fatos que prejudicam a empresa e demonstram o desinteresse do colaborador pelas suas funções.

4. Abandono de emprego, caracterizado, na maioria das vezes, quando o colaborador não retorna às atividades depois de cessado algum benefício previdenciário.

É importante ressaltar que para a caracterização da demissão por justa causa devem estar presentes as seguintes condições:

1. Atualidade e imediatidade: o término do contrato do trabalho deve ocorrer na mesma ocasião em que se ocorreu umas das causas, perdendo eficácia uma falta anterior, ocorrida muito tempo antes.

2. Causalidade: entre a má conduta do colaborador e a extinção do contrato deva existir um nexo de causa e efeito, de modo que o mal comportamento seja determinante direto do fim da relação de trabalho.

3. Vedação à dupla punição: a mesma falta do colaborador não pode ser punida duas vezes. Não pode ocorrer, por exemplo, a suspensão do contrato e posteriormente a demissão, ambos sendo justificados com a mesma falta cometida pelo colaborador.

Fonte: Exame.com, por Camila Pati, 23.01.2015