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21
set

Campanha ABRAMET – Ao dirigir, Não Envie SMS.

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21
set

Fomos educados para trabalhar em equipe?

Todo nosso modelo de aprendizado sobre trabalhar junto com outras pessoas foi preferencialmente baseado no individualismo. Parece estranho dizer isto, mas basta você se lembrar dos primeiros trabalhos em grupo que realizou no ensino fundamental para entender bem o que quero dizer. Formávamos grupos para realizar um determinado trabalho.

Muito importante era estar no grupo de um aluno ou aluna “muito inteligente”, com desempenho destacado. Era garantia de boa nota. Estes alunos eram muito disputados na classe quando se montavam os grupos. Então aprendemos o grande truque: deixar que eles façam o trabalho sozinhos e nós, os demais integrantes do grupo, assinamos embaixo.

Muitos destes “bons alunos” se submetiam a “carregar os outros nas costas”, porque esta era sua oportunidade de serem aceitos na turma, de terem seu momento de destaque. Desta forma, recalibravam sua autoestima, que em outros momentos ficava em baixa, como nas aulas de educação física, onde muitos não exibiam a mesma desenvoltura ou mesmo nas brincadeiras do recreio.

E, assim, chegamos à faculdade utilizando o mesmo modelo, com grupos dez pessoas, nos quais dois trabalham. Um modelo que mistura oportunismo com falta de ética, espírito de equipe e solidariedade. Aprendemos desde cedo a “levar vantagem”, anão assumir responsabilidade, a não fazer a nossa parte dentro daquilo que nos cabe realizar.

Nossas avaliações sempre foram individuais, o que nunca nos motivou a aprender em grupo. Fomos ensinados a buscar respostas sozinhos, pois normalmente os alunos que perguntam durante a aula são ridicularizados pelos demais, como se eles estivessem entendido tudo o que foi exposto.

Este modelo nos acompanhou durante toda a nossa vida escolar até os bancos da faculdade e de lá para nosso primeiro emprego, onde recebemos pela primeira vez a cobrança de trabalhar em equipe. Prontamente respondemos com o modelo que conhecíamos, no qual havíamos sido treinados.

Mas não era aquilo que as organizações queriam. Elas falavam sobre outro conceito de equipe. Algo que não compreendíamos bem, pois nunca havíamos vivenciado. Algo parecido com o que se vê nos esportes, quando uma grande seleção atua, como que tivemos no passado no futebol e o que acompanhamos a vários anos no vôlei e basquete brasileiros; um time de verdade.

Atletas que colocam o coletivo acima do individual, que exploram ao máximo as competências individuais de cada jogador e obtêm a tal sinergia, quando conseguem encantar as plateias com jogadas inacreditáveis. As mesmas jogadas inacreditáveis ocorrem dentro nas empresas, escolas, órgãos públicos e ONGs, quando as pessoas compreendem o significado da palavra “equipe”.

Fonte: Luciano S. Lannes (Equipes e Cooperação) 2012

21
set

Semana do Trânsito: mitos e manias no transporte de cargas

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21
set

Atestado do INSS não é imprescindível para concessão de estabilidade

Os ministros do Tribunal Superior do Trabalho têm decidido que a apresentação de atestado médico fornecido pelo INSS, mesmo quando previsto em norma coletiva, não pode ser requisito para a concessão da estabilidade provisória no emprego do trabalhador que adquiriu doença profissional. A mudança de entendimento ocorreu em outubro de 2009, com o cancelamento pelo TST da Orientação Jurisprudencial nº 154 da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1), que considerava imprescindível para o deferimento da estabilidade ao empregado a apresentação de atestado médico, uma vez estabelecida a exigência em instrumento coletivo.

Em sessão recente, a Primeira Turma do Tribunal julgou matéria semelhante em recurso de revista da Eaton – Divisão Transmissões. A empresa contestou determinação imposta pela sentença da 2ª Vara do Trabalho de Campinas (SP) e mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região de reintegrar ex-empregado (com pagamento de salários correspondentes ao período entre a dispensa e a data da sua efetiva reintegração), em virtude das doenças profissionais adquiridas por ele.

Com apoio em laudo pericial, o TRT concluiu que a prestação de serviços como operador e preparador de máquinas por quase 20 anos causou ao empregado perda auditiva bilateral progressiva e problemas posturais. O local de trabalho possuía índices elevados de ruído, e o trabalhador não recebeu do empregador equipamentos de proteção individual, como protetores auriculares para neutralizar o barulho. E, embora o laudo pericial não fosse conclusivo em relação às doenças posturais, o Regional entendeu que havia sim a prática de esforços repetitivos de elevar e abaixar os braços acima dos ombros capazes de provocar os danos reclamados pelo empregado e, assim, justificar a concessão da estabilidade provisória.

No recurso ao TST, a empresa defendeu a tese de que o empregado não teria direito à reintegração no emprego porque descumpriu a exigência da norma coletiva de apresentar atestado médico emitido pelo INSS referente à constatação da doença. Apontou inexistência de nexo de causalidade entre as doenças adquiridas e as funções desempenhadas pelo trabalhador, além de desrespeito ao artigo 5º, inciso II, da Constituição Federal, segundo o qual “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.

Mas o relator e presidente da Turma, ministro Lelio Bentes Corrêa, esclareceu que o Regional confirmara, com base em provas, a existência do nexo de causalidade entre a doença adquirida e o serviço executado. Para chegar a conclusão diferente, seria necessário reexaminar as provas – o que não é possível no âmbito do TST. O ministro também não constatou a violação constitucional apontada pela empresa.

De acordo com o relator, o resultado prático do cancelamento da OJ nº 154 da SDI-1 é a ineficácia de norma coletiva que condicione o direito à garantia no emprego à constatação da doença profissional por médico do INSS. Não é razoável, portanto, afirmou o ministro, admitir que a forma de apuração da doença tenha preponderância sobre o fato de o empregado ser portador de doença profissional ou ter sofrido limitação decorrente de acidente de trabalho.

Por fim, o ministro Lelio rejeitou (não conheceu) o recurso de revista da empresa nesse ponto e foi acompanhado pelos demais integrantes da Turma. Prevaleceu, então, o acórdão do Regional que determinara a reintegração do empregado ao serviço.

Processo: RR-209400-19.2000.5.15.0032

21
set

Semana do Trânsito: Informativo CET – Faixa de pedestre…valores das multas $$$ $$$$$$$$$$$

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